Além do visível. O universo dos campos. - Como as forças ocultas moldam a realidade. O campo em seus significados: físico, morfogenético, bohmiano, junguiano, akáshico, filosófico, quântico. #950339

di Bruno Del Medico

Edizioni PensareDiverso

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Imagine uma paisagem misteriosa onde tudo está conectado e nada existe de fato por si só. Um lugar onde forças invisíveis se entrelaçam para dar vida ao que vemos e experimentamos: desde a concretude de um raio que atravessa o céu até as percepções mais profundas de nossa consciência. Este livro convida o leitor a uma viagem fascinante por um dos conceitos mais revolucionários da ciência e da filosofia contemporâneas: o universo dos campos. Não estamos falando apenas de física, mas de uma extensão que mergulha no reino da metafísica, da biologia e, por fim, da mente humana.
Antes de tudo, o que é um "campo"? A física tradicional o descreve como uma região do espaço na qual uma força, como a eletromagnética ou gravitacional, pode agir sobre um objeto. É um conceito que surgiu com as teorias de Faraday e Maxwell no século XIX. Michael Faraday, o brilhante experimentador inglês, imaginou o campo como uma espécie de "teia de aranha" invisível de linhas de força que permeavam o espaço. Pouco tempo depois, James Clerk Maxwell transformou essa intuição em algo matemático, criando as famosas equações que ainda hoje esclarecem o mundo do eletromagnetismo.
Esses primeiros passos foram essenciais. Entretanto, os campos científicos de Faraday e Maxwell, embora revolucionários, eram apenas o começo. Com a descoberta da teoria quântica no século XX, o conceito de campos se expandiu de maneiras inimagináveis. Hoje, quando falamos de campos, não nos limitamos ao magnetismo ou à gravidade. Entramos em uma rede de conexões verdadeiramente universal: o campo quântico, o campo morfogenético de Rupert Sheldrake, o campo Akashic da tradição oriental, o campo implícito do físico David Bohm.
Quando Albert Einstein propôs sua teoria do campo unificado, seu sonho era encontrar uma explicação que unificasse todas as forças conhecidas no universo. Embora ele não tenha conseguido concluir sua missão, seu trabalho traçou um curso que continua a orientar a pesquisa moderna. No entanto - e aqui está o cerne deste livro - os campos não são mais apenas ferramentas da física. Eles se tornaram uma ideia universal, uma chave para entender não apenas a matéria, mas também a experiência e a consciência.
Sheldrake, biólogo britânico e pensador polêmico, introduziu o conceito de campo morfogenético na década de 1980. Segundo ele, as formas da natureza (de cristais a plantas e animais) não seriam determinadas apenas por genes ou moléculas, mas também por uma espécie de "memória coletiva". Esse campo invisível e intangível guiaria a organização da matéria por meio de uma interação constante entre o presente e o passado.
Carl Gustav Jung, o pai da psicologia analítica, introduziu o conceito de inconsciente coletivo para descrever uma dimensão psíquica que transcende o indivíduo. Vendo esse conceito pelas lentes metafísicas, o inconsciente coletivo pode ser interpretado como uma forma de campo de energia sutil, um nível imaterial que une a psique individual a uma dimensão universal. Portanto, um campo junguiano, no qual as informações arquetípicas funcionam como ondas ou vibrações que são transmitidas de geração em geração. Essa abordagem vai além do reducionismo psicológico e toca em territórios semelhantes à física quântica e à filosofia, sugerindo que a mente individual está imersa em um oceano de significados compartilhados.
David Bohm, aluno de Einstein e pioneiro da física quântica, propôs uma ideia igualmente revolucionária: o conceito de um campo implícito. De acordo com Bohm, toda a realidade poderia ser considerada como um conjunto de informações codificadas em uma ordem profunda e oculta. Essa ordem "implícita" seria como o tecido fundamental do universo, uma matriz que torna possíveis as interações visíveis e explícitas. O próprio Bohm comparou o universo ao mar: o que vemos na superfície são ondas, mas essas ondas surgem de correntes profundas e invisíveis.
Também não podemos ignorar a contribuição das tradições espirituais. Nas culturas védicas da Índia, há milênios se fala dos chamados "Registros Akáshicos". De acordo com essas tradições, o Akasha é uma espécie de biblioteca cósmica que contém todos os eventos, experiências e conhecimentos universais. É o "Campo Akáshico", uma dimensão na qual tudo o que acontece é registrado e tornado acessível não apenas aos indivíduos, mas também a todo o universo.
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Altre informazioni:

Formato:
ebook
Anno di pubblicazione:
2026
Dimensione:
27.8 MB
Protezione:
nessuna
Lingua:
Portoghese
Autori:
Bruno Del Medico