Nesta lição, Hill apresenta a
Regra de Ouro (“faça aos outros o que gostaria que fizessem a você”) não como um simples preceito moral, mas como uma
lei universal de causa e efeito: cada pensamento, palavra e ação que expressamos retorna a nós amplificado, na forma de situações, pessoas e eventos.
Por isso, quem usa o poder adquirido com as outras lições de forma egoísta ou injusta acaba sempre se autodestruindo. A Regra de Ouro está ligada à
autossugestão e ao subconsciente: tudo o que pensamos e fazemos em relação aos outros fica gravado em nosso caráter, que se torna um “ímã” capaz de atrair circunstâncias do mesmo tipo.
Ser honesto, leal, cooperativo e gentil é conveniente não apenas “moralmente”, mas
praticamente, porque constrói um caráter forte, uma boa reputação e relacionamentos que trazem sucesso duradouro.
Hill mostra como essa mesma lei funciona:
- nas relações pessoais (o ódio e a vingança recaem sobre nós)
- nos negócios (quem busca apenas o lucro em detrimento dos outros fracassa a longo prazo)
- nos conflitos entre capital e trabalho (a verdadeira solução é a cooperação baseada na Regra de Ouro).
A lição conclui que não existe verdadeiro sucesso sem aplicar a Regra de Ouro: quem deseja poder e riqueza estáveis deve escolher conscientemente pensamentos e ações que também tragam benefícios aos outros, porque “tudo o que fazemos aos outros, na verdade, fazemos a nós mesmos”.